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Como se organiza o PEPAC no Continente? 

Como se organiza o PEPAC no Continente? 

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Eixo C – Continente

Desenvolvimento Rural
  1. C.1 – Gestão Ambiental e Climática
    1. C.1.1 – Compromissos agroambientais e clima
      1. C.1.1.1 – Uso eficiente dos recursos‎ naturais:
        1. C.1.1.1.1 –  Conservação do solo
          1. C.1.1.1.1.1 – Sementeira‎‎ direta
          2. C.1.1.1.1.2 – Enrelvamento
          3. C.1.1.1.1.3 – Pastagens‎ biodiversas
        2. C.1.1.1.2 –  Uso‎ eficiente da água
      2. C.1.1.2 – Manutenção de sistemas extensivos com valor ambiental ou paisagístico
        1. C.1.1.2.1 –  Montados e‎ Lameiros
        2. C.1.1.2.2 – Culturas‎ permanentes e paisagens tradicionais
      3. C.1.1.3 – Mosaico agroflorestal
      4. C.1.1.4 – Manutenção de‎ raças autóctones
      5. C.1.1.5 – Conservação e melhoramento de recursos genéticos (animais, vegetais e‎ florestais)
      6. C.1.1.6 – Apoio à apicultura para a Biodiversidade
      7. C.1.1.7 – Produção Integrada (PRODI) ― Culturas agrícolas
      8. C.1.1.8 – Agricultura biológica (Conversão e manutenção)
    2. C.1.2 Manutenção da atividade agrícola em zonas‎ com condicionantes
      1. C.1.2.1 – Apoio às zonas com‎‎ condicionantes naturais
      2. C.1.2.2 – Pagamento Rede Natura
  2. C.2 – Investimento e Rejuvenescimento
      1. C.2.1 – Investimentos na exploração‎ agrícola
        1. C.2.1.1 – Investimento produtivo agrícola – Modernização
        2. C.2.1.2 – Investimento agrícola para melhoria do desempenho ambiental
        3. C.2.1.3 – Investimentos não produtivos
        4. C.2.1.4 – Investimento produtivo agrícola – Modernização e melhoria do desempenho ambiental apoiado por instrumento financeiro
      2. C.2.2 – Instalação‎ jovens agricultores
        1. C.2.2.1 – Prémio instalação jovens agricultores
        2. C.2.2.2 – Investimento produtivo jovens agricultores
        3. C.2.2.3 – Investimento produtivo jovens agricultores apoiado por instrumento financeiro
  3. C.3 – Sustentabilidade das Zonas Rurais
    1. C.3.1 – Investimentos na bioeconomia de base agrícola/florestal
      1. C.3.1.1 – Investimento produtivo bioeconomia – Modernização
      2. C.3.1.2 – Investimento na bioeconomia para melhoria do desempenho ambiental
      3. C.3.1.3 – Investimento produtivo bioeconomia – Modernização e melhoria do desempenho ambiental apoiado por instrumento financeiro
    2. C.3.2 – Silvicultura sustentável
      1. C.3.2.1 – Florestação de terras agrícolas e não-agrícolas
      2. C.3.2.2 – Instalação de sistemas agroflorestais
      3. C.3.2.3 – Prevenção da floresta contra agentes bióticos e abióticos
      4. C.3.2.4 – Restabelecimento do potencial silvícola na sequência de catástrofes naturais, de fenómenos climatéricos adversos ou de acontecimentos catastróficos
      5. C.3.2.5 – Promoção dos serviços de ecossistema
      6. C.3.2.6 – Melhoria do valor económico das florestas
      7. C.3.2.7 – Gestão da fauna selvagem
      8. C.3.2.8 – Prémio à perda de rendimento e à manutenção de investimentos‎ florestais
  4. C.4 – Risco e Organização da Produção
    1. C.4.1 – Gestão de riscos
      1. C.4.1.1 – Seguros
      2. C.4.1.2 – Prevenção de calamidades e catástrofes naturais
      3. C.4.1.3 – Restabelecimento do potencial produtivo
      4. C.4.1.4 – Fundo de emergência rural
    2. C.4.2 – Apoio à promoção de produtos de qualidade
    3. C.4.3 – Organização da produção
      1. C.4.3.1 – Criação de agrupamentos e organizações de produtores
      2. C.4.3.2 – Organizações interprofissionais
  5. C.5 – Conhecimento
    1. C.5.1 – Grupos operacionais para a inovação
    2. C.5.2 – Formação e informação
    3. C.5.3 – Aconselhamento
    4. C.5.4 – Conhecimento – Agroambiental e climático
    5. C.5.5 – Acompanhamento técnico especializado – Intercâmbio de conhecimento

Eixo D – Continente

Abordagem Territorial Integrada
  1. D.1 – Desenvolvimento Local de Base Comunitária
    1. D.1.1 – Estratégias de Desenvolvimento Local
      1. D.1.1.1 – Implementação das Estratégias
        1. D.1.1.1.1 – Pequenos investimentos na
          exploração agrícola
        2. D.1.1.1.2 – Pequenos investimentos na
          bioeconomia e economia
          circular
        3. D.1.1.1.3 – Investimentos em diversificação,
          comércio e serviços associados
        4. D.1.1.1.4 – Inovação na comercialização,
          cadeias curtas e mercados locais
        5. D.1.1.1.5 – Conservação e valorização
          do património local
      2. D.1.1.2 – Cooperação
    2. D.1.2 – Gestão, acompanhamento e avaliação da estratégia e sua animação
  2. D.2– Programas de Ação em Áreas Sensíveis
    1. D.2.1 Planos zonais agroambientais
    2. D.2.2 Gestão do montado por resultados
    3. D.2.3 Gestão integrada em zonas críticas
    4. D.2.4 Proteção de espécies com estatuto – Superfície agrícola
    5. D.2.5 Proteção de espécies com estatuto – Silvoambientais
  3. D.3– Regadios Coletivos Sustentáveis
    1. D.3.1 Desenvolvimento do regadio sustentável
    2. D.3.2 Melhoria da sustentabilidade dos regadios existentes

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